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Web Radio Sinfonia Jovem

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

a importância da música no processo de ensino-aprendizagem



A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

fonte: http://educador.brasilescola.com/sugestoes-pais-professores/a-importancia-musica-no-processo-ensinoaprendizagem.htm

historia do trombone



Com 600 anos de idade, o Trombone é um instrumento de classe, com muita história para contar. É uma honra para nós da Mundomax dedicarmos um artigo para este instrumento tão charmoso e de sonoridade incomparável.
O som melodioso, o porte imponente e a história acumulada em mais de 600 anos de atividades em função da boa música, fazem do trombone um dos instrumentos mais completos em termos de musicalidade, repertório e impacto sonoro. Presente nas orquestras, nas bandas de jazz e até no frevo e blocos de carnaval é a prova de que boa música não escolhe lugar, hora nem oportunidade para acontecer. Simplesmente nos encanta.
O Trombone
O Trombone é um instrumento musical de sopro pertencente à família dos metais. Consiste num longo tubo de três segmentos e que tem numa das extremidades o bocal e na outra uma campânula. Basicamente existem três tipos de trombone: o de pistão , em que o som é regulado por válvulas (pistos), o de vara, no qual um mecanismo deslizante controla a emissão sonora e o trombone híbrido, que combinas duas formas anteriores em um instrumento vulgarmente chamado de “Superbone”.
O trombone é, provavelmente, o instrumento de sopro mais facilmente reconhecido e identificado, sendo o único instrumento que verdadeiramente incorpora, na sua modalidade de “vara”, uma secção deslizante. Antes que alguém pergunte, quem toca trombone é trombonista.
Explicação sobre os Tipos de Trombones
Nas orquestras sinfônicas, o naipe dos trombones é constituído por dois trombones tenores e um trombone baixo. Inclusive, Beethoven dizia que o Trombone Tenor é o instrumento mais importante de uma orquestra.
Trombone baixo: está afinado em Fá (F). Tem o tubo mais comprido e largo que os modelos tradicionais, tornando-se por isso muito difícil de manejar a vara deslizante. Existe outro tipo de trombone baixo que é o que tem para além do registro de Fá, tem ainda o registro de Mi e ( Mi bemol em poucos casos). Este é o modelo escolhido por uma grande maioria dos trombonistas baixos profissionais. Este sistema de registros é posto em prática por duas válvulas manuseadas pelo dedo polegar e anelar da mão esquerda. Com estas mudanças de registros é necessário ajustar as posições na vara do instrumento.
Trombone tenor-baixo: utilizado como substituto do trombone baixo em algumas orquestras. É um instrumento duplo que tem o tubo com o mesmo comprimento que no modelo tenor, cujo perfil é igual ao do trombone baixo. Possui um tubo suplementar que faz a transformação do trombone tenor em baixo, fazendo a sua afinação descer de Si bemol (Bb) para Fá. Existe uma válvula rotativa que funciona com o polegar esquerdo e faz a ligação a esse tubo.
Trombone alto: apesar de ser o largamente utilizado durante o séc. XIX, sobretudo por compositores alemães e italianos, o Trombone alto hoje em dia quase não é utilizado. É um trombone em Mi bemol (Eb), de tubo mais estreito que o trombone tenor. As suas notas graves são relativamente fracas, mas no agudo o som é puro e aveludado.
Trombone contrabaixo: é em Si bemol (Bb), uma oitava do tenor. Devido ao enorme tamanho do tubo, em 1816 Gottfried Weber inventou uma dupla vara, com o tubo dobrado em quatro seções.
Trombone de Pisto: O Trombone de pistões é um instrumento que, hoje em dia está em praticamente desuso, devido as suas limitações. É um instrumento que produz uma menor quantidade de som do que os seus irmãos dotados de vara. É um instrumento que atualmente só é usado nas bandas filarmônicas e em algumas bandas de Jazz.

Do Início
O Trombone como todos os instrumentos de sopro, nasceu em troncos ocos e chifres de animais, para produzir sons com fins religiosos, festivos, guerreiros ou simplesmente estéticos. O aparecimento do Trombone de varas se dá no séc. XV entre 1410 e 1430 e tudo indica que seus primeiros construtores eram flamencos que fabricavam instrumentos de sopro para a corte de Borgonha. Os primeiros Trombones tinham pequenas campânulas em forma de funil, forma que se manteve até ao sec. XVIII, altura em que se alargaram mais, sendo o mecanismo de hoje da vara deslizante o mesmo desde o sec. XV.
Apesar das diferentes formas, construídas e reconstruídas ao longo dos séculos, o nome Trombone em si permaneceu praticamente inalterado na maior parte da sua existência. A origem da palavra trombone (utilizada no Português, Francês, Inglês e Italiano) é simples e curiosa: deriva da palavra italiana tromba (trompete) acrescida do sufixo one, o que, traduzido, significa grande trompete. Curiosamente, esta designação nem sempre foi bem aceite, razão pela qual sofreu grandes modificações em vários outros idiomas.
Um outro termo para designar o trombone utilizado por instrumentistas é a palavra inglesa “sackbut”. Francis Galpin, que dedicou uma parte considerável do seu tempo no estudo da etimologia desta palavra, sugeriu que a mesma deverá ter tido origem na palavra espanhola “sacabuche” usada no séc. XIV. Por outro lado, Curt Sachs, aponta para a palavra de origem francesa “saqueboute” (saquier + boter, isto é, puxar + empurrar), também do séc XIV, como a origem provável daquele termo.
O termo actualmente existente na Alemanha para designar o trombone é Posaune, e também tem uma história curiosa: O trombone tem como ancestral uma espécie de trompete estreito e comprido chamado Buisine e, à medida que o instrumento foi evoluindo, também o termo foi sofrendo modificações; o equivalente alemão para buisine era buzine, na idade média transformou-se em busune e, com o tempo, alterou-se para buzaun e, finalmente Posaune desde o séc. XVI.
Curiosidades sobre o Trombone
Nas bandas filarmônicas, cabe ao trombone um importantíssimo papel duplo de, por um lado sustentar harmônica e ritmicamente a condução melódica e, por outro, se constituir ele próprio como instrumento solista.
No jazz o Trombone é utilizado em Big Bands e pequenos Ensembles, sendo um dos poucos instrumentos a apresentar uma dualidade na sua utilização – Música Erudita / Jazz.
Enfim, devido aos diversos tipos de trombone usados hoje em dia, a sua utilização é bem ampla, sendo usado nas orquestras sinfônicas, jazz, passando pelos grupos instrumentais de sopros e/ou metais, Marching Bands e chegando até a música Pop.
O Trombone é sem dúvida um dos instrumentos com o timbre mais belo dos seus primos metais. E nós da Mundomax somos fãs declarados deste instrumento, Veja alguns exemplos em nosso página de Trombones, 

Fonte: http://www.mundomax.com.br/_trombones


historia do trompete



Os primeiros trompetes eram feitos de um tubo de cana, bambu,madeira ou osso e até conchas, e só mais tarde se fizeram de metal. Embora os trompetes sejam instrumentos de tubo essencialmente cilíndrico, há trompetes extra-europeus (por exemplo, as do antigo Egipto) que são nitidamente cónicos. Os mais primitivos eram usados à maneira de um megafone, para fins mágicos ou rituais: cantava-se ou gritava-se para dentro do tubo para afastar os maus espíritos. A partir da Idade do Bronze os trompetes passaram a ser usados sobretudo para fins marciais. Na Idade Média os trompetes eram sempre feitos delatão, usando-se também outros metais, marfim e cornos de animais. No entanto, tinham uma embocadura já semelhante à dos instrumentos actuais: um bocal em forma de taça. Este bocal era muitas vezes parte integrante do instrumento e não uma peça separada, como acontece actualmente. Até fins da Renascença predomina ainda o trompete natural, ou trombeta natural (aquela que produz os harmónico naturais). As trombetas menores eram designadas por clarino. Era habitual, ao utilizar várias trombetas em conjunto, cada uma delas usar só os harmónicos de uma determinada zona. Durante o período Barroco os trombetistas passaram a se especializar em cada um destes registos, sendo inclusive remunerados em função disso. O registo clarino, extremamente difícil, era tocado apenas por virtuosos excepcionais, capazes de tocar até ao 18.º harmónico. A trombeta natural no registo de clarino tem um timbre particularmente belo, bastante diferente do timbre do trompete actual. O desaparecimento, após a Revolução Francesa, de pequenas cortes que mantinham músicos foi uma das razões que fizeram com que os executantes de clarino desaparecessem também no fim do séc. XVIII. A impossibilidade de produzir mais sons para além de uma única série de harmónicos era a maior limitação dos instrumentos naturais. Já no principio do Barroco este problema começa a ser encarado seriamente, surgindo os trompetes de varas. Existe emBerlim uma trombeta de 1615 em que o tubo do bocal pode ser puxado para fora 56cm, aumentando o comprimento do tubo o suficiente para o som baixar uma terceira. Vários instrumentos, hoje obsoletos, foram construídos como resultado de invenções e tentativas, até ao aparecimento dos pistões em 1815. Surge então uma nova era, não só para o trompete como também para outros metais.

fonte: http://mundotrompete.blogspot.com.br/2007/07/histria-do-trompet.html

história do clarinete



O clarinete é um descendente do chalumeau, instrumento bastante popular na Europa pelo menos desde a Idade Média. Em 1690, Johann Christoph Denner, charamelista alemão, acrescentou à sua charamela uma chave para o polegar da mão esquerda, para que assim pudesse tocar numa abertura, o que lhe trouxe mais possibilidades sonoras. Surgiu, assim, o clarinete contemporâneo. Introduzido nas orquestras em 1750, foi um dos últimos instrumentos de sopro incorporados à formação orquestral moderna.
Os clarinetes são tradicionalmente feitos de ébano, granadilho, ebonite,sendo as boquilhas geralmente construídas de plastiscina. O som é produzido devido à vibração da palhetas (uma lâmina feita de cana), provocada pelo sopro do clarinetista.
O sistema de chaves mais comum é o Boehm, projectado por Hyacinthe Klosé. Outro sistema, é o Oehler, que é usado principalmente na Alemanha e Áustria.
Com relação ao número de chaves/registos pode ter: 13 chaves (Pode ser Sistema Mueller ou Sistema Oehler) 16 ou 17 chaves (sistema Boehm) 21 chaves, ou outros, menos comuns, de 27 e 31 chaves
o Clarineta possui uma "família", composta por vários instrumentos:
Clarineta Sopranino . Em Láb - 1 oitava mais aguda que a requinta.
Clarineta Requinta - Em Eb (Mib) ou em D (Ré) - 1 quinta mais aguda que o soprano. A Requinta em Ré é antiga e incomum hoje em dia.
Clarineta Soprano (clarineta padrão) - o mais comum - geralmente afinado em C(Dó),Bb(Sib),A(Lá)
Clarineta Basset - Em A (lá) - muito usado em concertos para clarinete em lá, sobretudo no concerto de Mozart e quinteto de Mozart, este clarinete atinge notas de mais graves além do registro usual da clarineta padrão.
Cor de basset ou Corno Basseto - espécie de clarinete em Fá, tem o corpo ligeiramente diferente (curvo ou angular), muito usado por Mozart, mas caiu em desuso, apesar de ter sido usado por R. Strauss em Elektra, por exemplo.
Clarineta Alto - Em Eb (Mib) - 1 quinta mais grave que o soprano
Clarinete Baixo ou Clarone - Em Bb (Sib) - 1 oitava mais grave que o soprano
Clarinete Contra-Alto ou Clarone Contra-Alto - Em Eb (mib), 1 quinta mais grave que o Clarone e 1 oitava mais grave que a clarineta-alto
Clarinete Contra-Baixo ou Clarone Contra-Baixo Modelo Leblanc - Em Bb (Sib), clarinete em metal, 2 oitavas mais grave que o soprano
Clarinete Contra-Baixo ou Clarone Conra-Baixo Modelo Selmer - Em Bb (Sib), clarinete com o dobro do tamanho do seu parente de metal, clarinete em ébano comum, 2 oitavas mais grave que o soprano.
Clarinete OctoContra-Baixo - Em Bb (Sib) - Clarinete extraordinário, em metal, 3 oitavas abaixo do soprano, altura física: 2,76m
O mais comum como foi dito acima, é o soprano em Bb(Sib) e A(Lá), com 16 ou 17 chaves. O que não é mais comum é encontrarmos os clarinetes com 18 chaves e afinação em C(dó).
O Sistema Boehm recebe este nome, pois tem como base o sistema que se tornou padrão nas flautas transversais. Adaptado por Hyacinthe Klosé.

fonte: http://instrumentosmusicais.musicblog.com.br/186028/Historia-do-Clarinete/

história do saxofone


O saxofone foi inventado em 1841, e patenteado em 1846, por Adolphe Antoine Joseph Sax (Paris 1814/1894), um judeu belga pertencente a uma tradicional família de fabricantes de instrumentos musicais. Em 1857, Adolphe Sax tornava-se instrutor de saxofone no Conservatório de Paris. Sax foi também inventor de outros instrumentos, tais como o Sax Horn, uma espécie de tuba. O fato de o saxofone ter sido inventado por um judeu faria com que saxofonistas na Alemanha Nazista fossem perseguidos.

Apesar de ser de metal, o saxofone pertence à família das madeiras. Isso ocorre porque ele combina em sua construção a palheta simples, com a boquilha do clarinete, e o corpo cônico do oboé, com o interessante mecanismo de chaves da flauta moderna, introduzido por Böehm, em 1847. Uma classificação mais interessante para esses instrumentos de sopro hoje seria: instrumentos de chaves.

O saxofone existe em sete tamanhos: sopranino, soprano, contralto ou alto, tenor, barítono, baixo e contrabaixo.

O sopranino, o alto , o barítono e o contrabaixo soam afinados em mi bemol, enquanto que o soprano, o tenor e o baixo, soam em si bemol.

A maior parte dos saxofones é curva - em forma de cachimbo -. O soprano, mais comum na forma reta como o clarinete, aparece também na forma curva. Já o sopranino é reto, aproximando-se do tamanho de uma flauta doce contralto.


O saxofone aparece pela primeira vez na orquestra em 1844. No início do Século XX, alguns compositores escreveram solos para saxofone e orquestra como a Rhapsody (1903) de Claude Debussy e a Fantasia Para Saxofone Soprano e Orquestra de Heitor Villa Lobos. Villa Lobos escreveu ainda diversas peças para câmara, onde aparece o saxofone como os Choros.

O saxofone, bastante utilizado em bandas militares, se tornou muito popular nos Estados Unidos, em particular, onde se confunde com o desenvolvimento do jazz, graças a notáveis músicos como Sidney Bechet, John Coltrane, Wayne Shorter, Brandford Marsalis (Soprano); Benny Carter, Johnny Rodgers, Charlie "Bird" Parker, Cannonball Adderley, Sonny Stitt, Phill Woods, Lee Konitz, Paul Desmond (alto); Lester Young, Zoot Sims, Coleman Hawkins, Sonny Rollins, Dexter Gordon, John Coltrane, Stan Getz, Wayne Shorter, Brandford Marsalis (tenor), Pepper Adans e Gerry Mulligan (barítono), entre outros.

Os saxofones mais comuns são o soprano, o alto e o tenor. É muito difícil para o iniciante escolher qual saxofone deseja tocar. Nesse caso, recomenda-se iniciar os estudos com um alto ou tenor, já que são os mais fáceis de encontrar no mercado, e também são mais baratos. Mais adiante, quando já estiver mais familiarizado, o novo músico poderá optar por aquele de sua preferência. Mas é muito comum tocar-se mais de um saxofone, já que todos possuem um mecanismo padrão.


fonte: http://www.falamedemusica.net/Saxophone.php?lang=pt

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Apostila Cpaco 2013

essa apostila de Iniciação Musical foi elaborada pelo professor Inácio Alcântara, e é adotada no Colégio Professora Alice do Carmo Oliveira (CPACO) São Benedito Ce.

CLIQUE AQUI para baixar a versão atualizada e melhorada, que será usada em 2013

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Professor Inácio Alcântara: Partituras flauta doce/ coral/ banda de música

Professor Inácio Alcântara: Partituras flauta doce/ coral/ banda de música: no Blog do Projeto Sinfonia Jovem de São Benedito, podemos encontrar muitas partituras. abaixo, alguns links: PARTITURAS E ARRANJOS PARA FLAUTA DOCE, PARTITURAS E ARRANJOS PARA CORAL, PARTITURAS E ARRANJOS PARA BANDA DE MÚSICA, APOSTILAS DE INICIAÇÃO MUSICAL